Adorei a leitura deste post sobre o faceless do blogue Pero tu a esto le llamas arte, que últimamente tam bons momentos de leitura me da. Coma sempre, preciso de que sejam outros os que façam a descrição de conceitos que ciente ou não ciente, estou a manejar. Neste caso o faceless é a tendência a não por cara, a não ter que criar uma história pessoal ou uma imagem para representar autoria artística ou o que for. O autor do post fala sobre como o tecno é tendente a não por caras nas capas dos discos e dos vinilos, mesmo de ter alter-egos com o fim de despistar aos ouvintes ou até a não ter titulo das publicações. Se misturamos a tendência anterior no artístico, com anonymous, o 1984 no que vivimos e a vendetta de ser anónimo; a ideia apanha ainda mais interesse.

Não podo estar mais de acordo, nunca quixem que o meu nick se junta-se a uma pessoa, nunca quixem uma cara, nunca quixem ser alguém em definitiva; e por isso puxem como nick a representação 3D de uma testa, que os Kraftwerk (pais da música electrónica, que casualidade oh!) fizeram para o Music non stop. E ainda que todo parece encaixar, cavilo se um nick que seja um número, me ajudaria a reflectir ainda melhor essa ideia e se vale a pena dar morte a este nick de tres letras. Como tantas outras veces a dúvida paralisa, e ainda bem

