By sak on 27/05/2010
Alto me vejo n’aquel lugarejo, vejo-o vir não podo fugir
Estou-no vendo vir, se já não gostava de como “estava o mundo”, vejo um que vem muito pior e não falo de dinheiro, falo de vida, também não de nível de vida. Paradoxalmente os que cremos na superação do eu, no grupo, na comunidade; somos os que menos gostamos do grupo actual, da sociedade actual; principalmente porque ela própria desistiu de ser o que é. Vêm tempos maus, diria-vos: preparai-vos; mas não se pode fugir.

A resposta à adivinha não é uma pessoa normal nos tempos actuais, é uma castanha num ouriço antes de ser vareada
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By sak on 26/03/2010
Seguro já repara-ches que este blogue é um subdomínio da web proxectods.org, página (desatendida) do colectivo criativo Proxecto-ds. O colectivo nasceu há mais de 5 anos com a ideia de que com a união de diversas pessoas se poderiam levar adiante projectos de todo tipo: un programa de radio, publicación online de divulgação, participação en debates sociais como o da Cidade da Cultura, participação e criação de eventos, contribuição a projectos de desenho europeus… Mas no que falhamos de pleno foi na introdução de pessoas que nos teriam permitido soster a organização e seguir ampliando-a, já que os poucos que dentro estamos preferimos fazer projectos que termar duma asociasão que sem os projectos seria inútil.
Porém sempre estamos abertos à introdução de mais pessoas e também de fornecer a pessoas que estão perto dos nossos objectivos serviços de hosting ou mesmo de ajuda com o seu projecto se consegue convencernos. Isto não o publicitamos muito basicamente porque como dizia antes as “funções orgánica” temo-las explicitamente esquecidas, mas se alguém quiser espaço é so dizer.
O bom amigo Ictioscopio, autor do imperdível podcast Commons baby, estivo a preparar a sua web pessoal e comentei-lhe a possibilidade de ficar hospedado no servidor do Proxecto-ds; gostou da ideia e já leva algúm tempo online o icioscopio.eu. Parabéns ao Ictioscopio e bem-vindo!

Posted in Proxecto-ds
By sak on 12/03/2010
Longe de qualquer postura ideológica, iste é um facto que se pode tornar histórico para o desenvolvimento e vertebração da Galiza. Um dos grandes males galegos é o desequilibrio costa interior produto de anos de maltrato político no que o país apenas puido escapar pela única autoestrada pela que não tivemos que aguardar: o mar. Esta tendência de há muitos anos apenas se poderá reverter com desenvolvimento local de alta intensidade e com avanços socio-económicos que comecem a reverter a tendência, para com os anos tentar minorar o equilíbrio; um desses exemplos é Alhariz.
Por tanto assumimos a necessidade do desenvolvimento e das condições para que este se dê. Seguro que não tenho de exprimir-me muito para consensuar que a internet é básica para iste propósito; há quem falaria de banda larga, mas é um arcaismo, porque sem banda larga hoje não há internet. A realidade das cousas é que as concessionarias dos espectros do ar ou dos cabos (olha que elas deverão ser quem nos serviram a nós e não nós a elas), é dizer, as empresas de serviços de aceso à rede não só esquecem as suas obrigas com os cidadãos do rural senão que por cima utilizam os incentivos do estado para ampliar benefícios e não dar um serviço mínima-mente aceitável.
Por quê esta medida pode ajudar resolver este problema? Pois porque a uma empresa estatal com certeza não lhe interessa um mercado de meio milhão de pessoas (e agem consequentemente na sua lógica), mas si a uma galega na que essa massa de usuários é notável no conjunto dos seus clientes. Porque ademais, gozamos da melhor empresa de telecomunicações segundo os usuários e o seu jeito de trabalhar achega-se a um modelo local e de qualidade (mini-fundista) que a um modelo extensivo e industrial. Aguardemos que não demore muito e que as concessões sejam acaidas e revissadas, mas esse já é outro conto.
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By sak on 14/02/2010
Que não sone a arrepentimento, mas tardei taaanto em abrir um blogue porque acho que não tenho qualquer cousa que aportar que não esté já sendo dita. Quando leio algum artigo fico abraiado da claridade de ideias e de exposição. Não é por acaso que o meu primeiro blog seja um replicador de informação baixo o meu filtro (paso baixo?) pessoal.
Mas aprobeitando, o mencionado artigo, gostava de comentar como essa situação que describe, apoia empíricamente o conceito de transnacionalidade que defendem os indianos e que eu no início não comprendia em tuda a sua amplitude?
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By sak on 12/02/2010
É triste ver como ainda por cima de que muitas coisas estam indo a pique, os que supostamente defendiam outro jeito de faze-las agora não conseguem ter uma voz alternativa ou no mínimo dizer, “ves, tinhamos a razão”. Dous exempolos: o capitalismo em crise e à esquerda sem nada a dizer, Espanha em crise e o nacionalismo não espanhol sem nada a dizer. Mas tranquilos, sentem e desfrutem do espectáculo.
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By sak on 11/02/2010
Quando uma empresa Australiana, não nas antípodas (que seria Nova Zelándia) mas sim bem longe, comercializa pementos de Padrón (“uns pican e outros non”) e ainda não temos uma referência da venda dos nossos produtos no mundo, evidência que algo falha por estas terras. Algum dia contarei essa teoria de que temos muito e aproveitamos pouco e que se tiveramos poucos não sei o que aproveitaríamos; mas não hoje, que estou encarregando pementos de Padrón a 32$ o kilo.
Posted in Galiza, Pensamentos
By sak on 04/02/2010
Ruth Matilda Anderson retrata un país tremendamente pobre. Mais un país fermoso, con identidade de seu e poderosamente digno. E a min asulagame a tristeza pois na conquista do imprescindible benestar perdimos boa parte da beleza, da identidade e da dignidade… e non estou nada certo de que iso fora preciso.
Não sei se isso aconteceu em toda parte, mas em qualquer caso dá mágoa, ainda maior por te-lo vivido em parte.
Reflexão via CCCP
Posted in Galiza | Tagged Emoções, Fotografia
By sak on 03/02/2010
(…) muchos de nuestros contemporáneos se hallan obsesionados por la obligación de cambiar y se sienten aterrorizados ante la idea de que, no siento así, su vida carecerá de sentido… Se hecho, como a menudo no es tan fácil cambiar de trabajo, de ciudad o de país, se empieza generalmente por cambiar de pareja. En la treintena muchos jóvenes se sienten intensamente involucrados en su trabajo, viven la estela de su relación amorosa y acaban de tener un niño. ¿Por qué dicen querer separarse? No porque su pareja se encuentre en crisis ni porque se amen menos… sino porque sienten que sería intolerable una vida sin cambios, sin otras historias de amor, sin otras experiencias…
A mim acontéce-me isso (a primeira linha), mas trocaria “cambiar” por “evoluir” (cambiar não implica evoluir, para evoluir precisas cambiar). Como dizia a minha nai: “medo me dá, o dia que deixemos (humanidade) de evoluir”, mas suponho que o ecológico, lógico e não capitalista é o contrario, e acho que essa necessidade se vai ir diluindo com o tempo, já vos contarei. Da segunda parte do texto, felizmente, ainda não sei.
Via Ascária que curiosamente cita expresamente ao capitalismo no título e que ademáis aporta máis info sobre a cita
Posted in Pessoal | Tagged evolução
By sak on 31/01/2010
Vejo na TVE 2 o documental “Arquipiélago gulag”, historia da publicação do livro que por primeira vez reflectiu a historia dos campos de trabalho soviéticos. Além da história que se conta, que é fascinante, e além do contexto histórico (máquinas de escrever, KGB…); o que máis me chama a atenção é o impensable que seria essa historia hoje. Não é que não haja cousas por destapar, é que hoje sobra informação, hoje a existência de informação não abonda para ser relevante tem de ser espalhada, e por suposto essa clave não está nas mãos de qualquer um. Vivemos noutra era, haverá que adaptar-se.
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By sak on 26/01/2010
Posted in Pensamentos | Tagged alcol
By sak on 22/01/2010
É curioso como um inocente resumo pode darnos uma perspectiva da nossa historia que habitualmente não temos. O New York Times, fai-no numa reportagem ao José Luis Cuerda, que seica tem boa relação com a Galiza. A Travel guide é para não perder.
Galicia was terribly poor into the 20th century and thousands of Galicians, called Gallegos in Spanish, left for North, South, and Central America, abandoning fincas, or farmhouses. Whole towns emptied. Now natives and newcomers, like Mr. Cuerda, have begun to return and restore these houses, turning them into personal homes or bed-and-breakfasts.
Posted in Galiza | Tagged nyt, travel guide
By sak on 22/01/2010
Agora que os blogues já não estão na moda, vamos lá
Éste é o meu blogue pessoal, ainda não sei que cousas vou por, nomeadamente ideias e pareceres pessoais, mas o que é isso? Tenho um blogue sobre as cousas das gosto na rede e um outro com hacks e cenas informáticas, pode que gostes mais deles. Quando souber mais do que vou fazer, virei cá por.
Posted in Pessoal